Quinta-feira, 11 de Agosto de 2022
Barroso da Fonte
Barroso da Fonte
Escritor e Jornalista. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

A cultura Transmontana floresce por geração espontânea

Por troca com os jornais que desapareceram como as andorinhas em setembro, os blogues vieram facilitar o acesso à informação comunitária que alimenta o espírito. É a cultura que faz bem e não ocupa lugar. Não terá sido em vão que Santana Lopes, quando foi Secretário de Estado dessa pasta, transferiu a Delegação do Norte, do Porto, para Vila Real, onde continua.

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Quem está atento ao crepitar de ações que são do foro da cultura, conclui que não é por acaso que funciona em Vila Real o Grémio Literário; em Bragança a Academia de Letras; em Chaves, o Grupo Cultural Aquae Flaviae e o Fórum Galaico Transmontano; em S. Martinho de Anta, o Espaço Miguel Torga. Estes alguns exemplos vivos, para já nem se falar na oficialização da Língua Mirandesa, da UTAD; do Politécnico de Bragança e das Escolas de Ensino Superior: Jean Piaget de Mirandela e de Macedo de Cavaleiros. Fruto desse incremento cultural são as obras literárias e científicas que se vêm editando um pouco por toda a região Transmontana. Desde há anos, publica-se o

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