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A dupla Hugo Sá/Luís Moreira foi a vencedora

De 4 a 8 de Setembro, a vila de Murça foi, mais uma vez, palco da mítica prova internacional do todo-o-terreno, denominada “Extreme Murça 2007”. No primeiro dia do evento, depois das habituais verificações técnicas e administrativas, os veículos foram encerrados num parque fechado, localizado numa das principais praças da vila transmontana, tendo-se seguido um […]

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De 4 a 8 de Setembro, a vila de Murça foi, mais uma vez, palco da mítica prova internacional do todo-o-terreno, denominada “Extreme Murça 2007”.

No primeiro dia do evento, depois das habituais verificações técnicas e administrativas, os veículos foram encerrados num parque fechado, localizado numa das principais praças da vila transmontana, tendo-se seguido um “cocktail” de boas–vindas.

A primeira P.E.N. (Prova Especial Nocturna), destinada ao espírito de equipa, teve início pelas 23 horas do dia 4, decorrendo na Ribeira do Vale da Pia, onde a escuridão pôs à prova a perícia dos experientes pilotos. Com algumas centenas de pessoas a puxarem pelas diversas equipas, ao longo dos 400 metros de prova, o percurso, muito típico, obrigava as equipas a utilizar as pranchas metálicas e os guinchos. Com um grau de dificuldade considerável, esta etapa serviu para testar a primeira resistência dos veículos, bem como para colocar em prática a técnica dos participantes.

Desde cedo, os representantes lusos Filipe Ferreira/Hugo Pacheco, ao volante de um “Land Rover”, e Hugo Sá/Luís Moreira, ao volante do “Jeep Wrangler”, deram indicações de que estariam na luta pelos primeiros lugares do pódio. No entanto, já se adivinhava uma “disputada e renhida luta”, pois a dupla espanhola Raul Migueis/José Vilar, da equipa Quintanilhas, ao volante de um “Toyota”, desde muito cedo marcou posição para a liderança, de modo a repetir o feito do ano 2006, quando venceu esta prova.

No segundo dia de competição, disputaram-se catorze sectores.

Pelas 23 horas, teve início mais uma série de provas especiais nocturnas que se desenrolaram num terreno agrícola de Paredes, onde os pilotos foram confrontados com muita lama e muitos obstáculos naturais. Cerca de duas horas depois, o desafio continuou, desta feita no Morro de S. Domingos, onde os pilotos foram colocados à prova numa curta mas difícil descida no largo superior das festas. Ainda nesta especial nocturna, as equipas puderam mostrar toda a sua eficácia, na prova que se desenrolou no terreno das Macierinhas.

No terceiro dia de competição, realizaram-se seis sectores especiais, com a Ribeira de Noura a ser o palco da disputada prova. Nesta altura, já com algumas equipas fora de competição, acontecia uma “renhida” luta ibérica, Neste dia, face ao grau de dificuldade, foi essencial a utilização dos utensílios de apoio, como guinchos, pranchas, espetos e âncoras.

No quarto dia de prova, as equipas enfrentaram mais cinco sectores que se desenrolaram na Ribeira de Aila, nas localidades de Monfebres e Candedo, bem como nas margens do rio Tua, em Sobreira.

Na prova especial nocturna, uma moldura de público invadiu a pista de Autocross de Murça, onde as equipas tiveram de enfrentar uma poça de água que se revelou um forte obstáculo a ultrapassar.

No quinto e último dia de prova, as equipas tiveram de realizar os últimos três sectores, para que a competição ficasse completa, na zona dos eucaliptos de Palheiros.

Apenas uma equipa poderia ser vencedora e, muito justamente, os portugueses Hugo Sá e Luís Moreira foram os grandes vencedores desta edição do “Extreme Murça 2007”. Assim, receberam um cheque, no valor de 10 000 euros, somando- -se o acesso para a prova final que se vai disputar na Malásia.

Na segunda posição, ficou a equipa espanhola da Quintanillas e, na terceira posição, ficou a equipa portuguesa da “Team GPR Pirotecnia”.

Uma vez mais, ficou provado que esta competição internacional, realizada na vila transmontana, é uma das provas de aventura fora de estrada mais importantes que, actualmente, se realiza em Portugal.

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