A Vida não se discute, nunca. E é com grande revolta que assisto a uma legalização, por referendo, da eliminação voluntária de seres humanos em gestação, ainda por cima indefesos. Choca que se pretenda legitimar, tal como Hitler e Estaline o ordenaram, agora pela vontade de alguém inconsciente, possuído de uma leviandade, materialismo e individualismo arbitrários, um autêntico genocídio, com a conivência do Estado, com a anuência de uma sociedade de que faço parte, de todos nós, enfim.
O aborto passou a ser um acto livre, até às dez semanas de gravidez. Preocuparam-se os defensores do “sim” apenas e só com as “vítimas” de um acto voluntário e nunca do bebé. De alguém humano que
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