Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2025
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Eduardo Varandas
Eduardo Varandas
Arquiteto. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

A polémica sobre o novo acordo ortográfico

Confesso que não sou um grande entusiasta do novo Acordo Ortográfico. Não obstante, não posso deixar de discordar daqueles que o têm criticado acerrimamente, duma forma irracional e até com alguns tiques de alguma paixão desmesurada que, em meu entender, não faz qualquer sentido.

A propósito desta temática, veio-me, agora, parar às mãos um livro editado em 1918, da autoria do major André Brun (literato notável com diversas obras publicadas na área do teatro e cronista de reconhecidos méritos), intitulado “A Malta das Trincheiras”, cujo conteúdo revela episódios da participação do Corpo Expedicionário Português, na 1.ª Guerra Mundial. Curiosamente, grande parte da ortografia aí utilizada nada tem que ver com a que usamos atualmente. Só para dar alguns exemplos, palavras como anedotas, faleciam, saindo, ontem, herói, caia, levá-lo, atleta, erva, etc., escreviam-se, naquele tempo, da seguinte forma: anedoctas, falleciam, sahindo, hontem, heroe, cahia, leval-o, athleta, herva, respetivamente.

As principais alterações que se observam no novo Acordo, têm que ver

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