A propósito da Lei do divórcio

Nós, portugueses, que somos cidadãos de um país de “brandos costumes”, temos, há mais de um ano, essa Lei promulgada com sérias reservas por parte do Presidente da República. A pequena história que se segue, quer chamar a atenção para um assunto tão sério e tão levianamente tratado por quem, até agora, nos tem (des)governado. A história: O Carlos e a Manuela eram um casal feliz, de condição modesta, mas com uma sólida formação humana e cristã. Tinham só uma filha, a Joana, não por egoísmo ou planeamento (!), mas porque Deus assim o quis, apesar do casal se encontrar aberto à vida.

Um dia estavam em casa a almoçar e bateram à porta. O Carlos foi ver quem era e deparou-se-lhe uma mulher muito pobre pedindo qualquer coisa para comer pois estava com fome. O Carlos foi à cozinha, arranjou um pão com carne e dispunha-se a levá-lo à pedinte. Antes porém, perguntou à mulher se o que ele ia dar não lhes faria falta. A mulher respondeu-lhe: “Nunca aquilo que demos aos mais necessitados que nós, nos fez falta; até podes levar mais alguma coisa”. Assim aconteceu. O Carlos foi novamente à porta e a filha Joana, de seis anos de idade, acompanhou-o. A pedinte quando se viu contemplada com tão rico manjar ficou muito comovida

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