As obras “Vamos então falar de árvores”, de João Carlos Cruz, e “O espírito das vacas”, de Abel Neves, foram as nomeadas para vencedoras, num leque de 51 trabalhos literários, nos quais a cultura e a história regional estiveram também representadas.
Fernando Amaral, presidente do júri do concurso, salientou a importância do prémio como forma de reconhecimento do conhecido autor que lhe deu nome, servindo não apenas para “lembrar” a sua obra, mas também para “valorizar” e “promover” a “beleza desta terra que é única”.
Já Manuel Martins, presidente da Associação Portuguesa dos Críticos Literários, que também integrou o júri, enalteceu ambas as obras, às quais foi atribuído o prémio, dirigindo-se à “Vamos então falar de árvores”
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