Academia de Letras de Trás-os-Montes em maré de boas notícias

Se a agricultura tivesse boas notícias como aquelas que nos chegam através da Academia de Letras de Trás-os- -Montes, com sede em Bragança, as populações que por ali resistem ao inverno dos tempos e ao inferno que os políticos desencadeiam e que atingem, sempre mais, os de longe e os mais submissos, por certo viveriam mais risonhos.

Para aqueles que antes e depois da revolução que ocorreu há 40 anos, vivem hoje pior do que viviam nessa altura, deixo aqui a minha incondicional solidariedade. Trás-os-Montes e Alto Douro era, nessa altura e continua a ser hoje, a mais distante «Província» do Terreiro do Paço. Partindo de Lisboa que tudo encrava e nada resolve, ou resolve mal, quem ali vai ou de lá vem, chega mais depressa aos Açores ou à Madeira do que a Montalegre, a Chaves, a Bragança ou a Miranda do Douro. Há 40 anos só havia menos liberdade. Havia mais fartura (embora menos variedade), mais trabalho, mais gosto em singrar na vida, mais esperança no futuro, muito mais respeito

Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.

Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em

ARTIGOS do mesmo autor

NOTÍCIAS QUE PODEM SER DO SEU INTERESSE

ARTIGOS DE OPINIÃO + LIDOS

Notícias Mais lidas