Foi-se adiando essa verdade e essa necessidade. E com isso o país só perdeu. O Primeiro-ministro no dia 26/04/2011, em declarações à TVI24, ainda continuava firme nessa sua convicção, dizendo que “teria sido preferível pedir ajuda depois das eleições”. Se isso viesse a acontecer certamente ainda iríamos assistir a uma campanha eleitoral cheia de promessas, como se ainda vivêssemos num autêntico mar de rosas! Mas não. O país já não aguentava até lá! Firmado o acordo com a troika vimos o Primeiro-ministro, como é seu timbre, apressar-se a falar ao país apenas nos pontos positivos do acordo, omitindo, de forma deliberada, todos os aspectos negativos nele constantes. Ouvimos dizer que não vinha aí qualquer corte
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