Dois apontamentos sobre o referendo do passado dia 11.
Primeiro, o resultado e as suas consequências. Ganhou o “Sim” e isso ninguém discute, embora me tenham parecido despropositadas as manifestações de júbilo, envolvendo um tema que vive paredes-meias com o desespero e a desgraça. O espírito que devia e deve animar os apoiantes do “Sim” que venceu, era e é que a solução encontrada é um mal menor para tentar resolver o flagelo do aborto. Sublinhem-se honrosas excepções a começar pelo Primeiro Ministro que deu uma nota de seriedade e sensatez sobre problema. Agora, como manda a prudência e o bom senso, é preciso fazer uma lei equilibrada e exequível que respeite o resultado do
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