Pois, o Orçamento do Estado para 2014 padece desse mal. Desde início, o poder afirmava ter uma estratégia coerente, exequível e eficaz par reduzir o deficit e a dívida pública, mas o que aconteceu foi uma persistente incidência em cortes nos salários dos trabalhadores da função pública e uma redução drástica das pensões. Numa palavra – mais austeridade. “Os pobres que paguem a crise” é a frase que nos ocorre, em contraponto a uma outra que, logo após o 25 de abril, se ouvia nas manifestações.
O faz de conta prolongou-se. O mais recente episódio terá sido o da semana passada, quando o Grupo Parlamentar do PSD teve que recuar, em quase toda a linha, nas
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