Como sempre, o andor da padroeira foi o que despertou mais espanto devido aos seus 22 metros de altura, que visto de perto parecia tocar no céu, dando a sensação de que os religiosos ficavam mais próximos de Deus.
“Nesta procissão há que destacar o facto de cada aldeia ter que levar um andor, fazendo com que as pessoas se unam e criem laços entre si e entre a comunidade”, realçou o padre Márcio Martins, que presidiu à procissão. “Os andores são muito belos e encantadores, mas é importante realçar que isto não pode servir de vaidade, mas sim como sinal de fé e testemunho da crença religiosa”, alertou o pároco, não esquecendo que este acontecimento perdura no tempo e é um marco muito forte na história regional.
Nas margens do percurso
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