Segunda-feira, em plena Comissão de Finanças e Trabalho, na audição parlamentar sobre Orçamento de Estado, Álvaro Santos Pereira afirmou, categoricamente (sem mesmo prescindir do assertivo advérbio “certamente”) que “2012 será um ano determinante para Portugal e para a economia portuguesa [porque] certamente irá marcar o fim da crise e será o ano da retoma para o crescimento de 2013 e 2014”. Entusiasmado, adiantou: “que não exista qualquer dúvida: este caminho será mais rápido e mais frutuoso se formos capazes de reformar as áreas que representam hoje os verdadeiros obstáculos à modernização e que nos separam da performance económica dos nossos parceiros, nomeadamente europeus. Reformar é a palavra-chave para um caminho sustentado a longo prazo.”
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