Um jovem engenheiro, recém-formado, chegou, nos inícios dos anos 50, a uma isolada cidade de província, como era então Vila Real. Trazia consigo vontade de trabalhar e o dinamismo culto de uma família portuense que tinha andado por outros mundos. A facilidade do relacionamento ligou-o, de imediato, às instituições locais. E, muito, às pessoas. Casou pela cidade.
E a cidade logo chamou por ele. Para a presidência da Câmara municipal. Aí fez obra que, no essencial, ainda hoje, décadas depois, se tornou uma marca identitária da terra. O mercado municipal ainda é o mesmo. O Diogo Cão também. A avenida, dita “marginal”, aí está, connosco a não imaginar a cidade sem ela. E tantas, tantas outras
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