Foi, portanto, no mínimo, intempestivo o anúncio da “S&P” que afetou o grau de risco de quase todos os países da “eurozona” – e de modo especial a França, que, ao lado da Alemanha, liderava a estratégia de recuperação da Europa atingida em cheio pela crise. E como está em curso e a cada dia mais aceso o debate eleitoral no país, com eleições marcadas para maio, não é nenhum despropósito aceitar a desconfiança daqueles que acham que, embutida na decisão da agência, existem interesses políticos e motivações especulativas. Os primeiros, seriam para criar dificuldades à reeleição do Presidente Sarkozy com o enfraquecimento da posição da França e o abalo em seu prestígio, enquanto as
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