Em cerimónia restrita, devido à pandemia de Covid-19, Carlos Santiago, presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Douro, revelou as maiores preocupações num território que continua “esquecido”. “Se o Douro representa Portugal no mundo, com o seu vinho e o turismo, não se percebe como continua à margem da estratégia do país”, questionou, acrescentando que continua a caminhar “sozinho no combate à desertificação”.
Carlos Santiago garantiu que os autarcas “estão unidos” numa estratégia comum para o desenvolvimento da região, que reivindica há muito, junto do Governo, a reposição ferroviária entre Pocinho e Barca D’Alva, a rede fluvial com a concretização do projeto “Douro’s Inland Waterway’, e o Itinerário Complementar 26. “O Douro precisa que, nesta década, sejam
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
ou compre apenas este artigo:
Comprar este artigo — 1,00€



