“O Município será sempre a primeira entidade que denunciará e exigirá o escrupuloso cumprimento da legislação e dos compromissos assumidos com as populações”, garantiu Rui Santos, presidente da Câmara Municipal, numa carta que chegou à casa de todos os vila-realenses na fatura da água de janeiro.
O autarca refere-se especificamente ao aterro sanitário, uma estrutura que foi alvo de algumas queixas por parte dos residentes de Andrães aquando da reunião descentralizada do executivo municipal naquela freguesia, realizada em outubro.
Segundo Carlos Silva, vereador responsável pela Empresa Municipal de Águas e Resíduos de Vila Real (EMAR), o problema do aterro de Andrães já vem do anterior executivo, “que decidiu mantê-lo no concelho, primeiro com a gestão uma
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