Segunda-feira, 18 de Outubro de 2021

Agostinho Chaves

445 NOTÍCIAS

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Abstenção

Os tempos mudam e as circunstâncias sociais também.

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“Primavera” de votos para Marcelo

As eleições de 24 de janeiro (“Presidenciais 2016”) não tiveram, na região de Trás-os-Montes e Alto Douro, cambiantes assinaláveis em relação ao que aconteceu no todo nacional. Como no resto do país, registou-se uma significativa concentração de votos na candidatura de Marcelo Rebelo de Sousa, sem qualquer foco de surpresa. Depois, pela ordem percentual, foram votadas as propostas de Sampaio da Nóvoa, Marisa Matias, Maria de Belém, Vitorino Silva, Edgar Silva, Paulo Morais, Henrique Neto, Jorge Sequeira e Cândido Ferreira.

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Um projeto de música através das redes sociais

Transmontano de raiz, Pedro Gonçalves esteve em plano de especial destaque no programa televisivo “The Voice Portugal” no ano de 2016. No ano anterior, já se apresentara àquele programa televisivo, mas sem alcançar os objetivos que julgava serem possíveis. Insistiu este ano, para alcançar um resultado algo surpreendente.

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A vergonha

Duas revistas nos escaparates de um quiosque revelam, em grandes letras e fotografias a preceito, dois casos de doença em “artistas da televisão”, figuras do “jet set” lisboeta.

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O sentido original da greve

A greve, como tradicionalmente é definida, é um meio de defesa dos direitos dos trabalhadores. É exercida, em regra, depois de uma ou de uma série de reinvindicações laborais não serem atendidas pelo patronato.

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Aguiarense disputa a vitória na final “The Voice Portugal”

Um dos quatro concorrentes apurados para a final do programa televisivo “The Voice Portugal” (RTP 1) é aguiarense.

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As andanças diferentes do Circuito e da Casa do Douro

Para a região transmontana, o ano de 2015 foi intenso, marcado por muitos acontecimentos que lhe deram visibilidade. A velocidade no circuito de Vila Real foi um momento de especial significado. Milhares de visitantes se deslocaram à cidade vila-realense para seguir as corridas automóveis. Muitos outros tiveram a dita de as acompanhar pelas estações televisivas que lhes dedicaram honras e horas de transmissão direta. Outro tipo de velocidade para deslocar pessoas de Trás-os-Montes para outras regiões do país ou vice-versa passou a ser possível através do restabelecimento da ligação aérea entre Bragança e Portimão. Entretanto, a construção do túnel do Marão aproxima-se do fim e com ele a plenitude da autoestrada transmontana. Problemas mesmo, de há muito a esta parte, são vividos na Casa do Douro, uma instituição que perde carisma, para lamento de quem já a viu tão floresente: os vitivinicultores durienses. Espera-se que o dinamismo da região prossiga em 2016 e que alargue horizontes. Até porque o Douro é destino turístico de excelência mundial e a UTAD se mantém na dianteira das entidades que incentivam à investigação, com excelentes resultados.

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Mudança e estabilidade

Há contradições, nos dias de hoje, comandando todo o processo histórico que nos anima e impulsiona. Queremos ser tolerantes, mas as comunidades mundiais debatem-se com problemas enormes de integração.

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Um ano novo com um dia mais

Este é o texto editorial que, em geral, todos os anos se escreve. Porque estamos na véspera de um ano novo. E é suposto desejarmos um “feliz ano novo” a todas as pessoas do mundo. Numa frase feita (mas cheia de significado) todos nós queremos admitir que o “ano novo” corresponda a uma “vida nova”. Oxalá assim seja. Chegados ao dia 31 de dezembro, ficamos especados em frente da porta do ano novo. O que estará para além dela, quando ela se abrir?

Um ano que não deixa saudades

O ano que agora chega ao fim não deixou saudades. Marcado por grandes convulsões em várias zonas do mundo, algumas delas onde a intranquilidade é habitual desde há muitas gerações e outras onde o terror começa a surgir agora, 2015 fica marcado pela intolerância, pelo ódio, pelo medo, pela violência que foi iniciada em janeiro (com o atentado ao jornal satírico francês “Charlie Hebdo”) e tiveram continuidade até dezembro (com ataques bombistas múltiplos em Paris), muito por ação do autoproclamado “Estado Islâmico” e dos seus agentes suicidas.

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Boas festas

Estamos no natal. Por mais que as pessoas tendam a referir algo depreciativamente em tempos de avanço tecnológico e de predomínio material sobre a espiritualidade, esta é a fase do ano em que nos olhamos com um sorriso melhor e nos correspondemos com acenos de maior proximidade. Culpa de um menino pobre, nascido há mais de dois mil anos, projetando a data e a mensagem derivada desse nascimento para um futuro tão grande que ainda hoje se mantém.

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Posições de topo

O “ranking” das escolas que anualmente é elaborado, abrangendo todos os estabelecimentos de ensino em que se ministram o básico e o secundário da escolaridade obrigatória, não determina que as de cima da tabela sejam melhores e as de baixo sejam as piores. O “ranking” é elaborado segundo as classificações médias que os seus alunos obtêm nas várias disciplinas, pelo que poderemos dizer, em súmula, que as escolas situadas em cima obtiveram os maiores valores e as que se situaram em baixo foram aquelas em que ocorreram notas de menos valor.

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As nossas coisas tão diferentes

Costuma dizer-se que os órgãos de comunicação social nacionais (especialmente os televisivos) só procuram as regiões do interior quando a razão do seu interesse tenha a ver com desastres, histórias “de faca e alguidar”, julgamentos de crimes e outras situações de justiça, pormenores que evidenciem situações de miséria ou outras em que seja destacada a minimização das pessoas que aqui residem e que resistem às contrariedades que a mera interioridade acarreta.

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Compromisso para a sobrevivência

Com uma designação complexa (“Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas”), Paris discute o clima e o ambiente, através de representantes máximos dos estados da União Europeia e de mais 180 países, alguns deles os maiores responsáveis por índices assustadores de poluição no planeta (que chegam a pôr em causa regiões e países atualmente existentes), através das emissões de gases com efeito de estufa que vêm determinando, entre outras consequências, o aumento na temperatura média terrestre e as alterações geotérmicas e estruturais

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Serviço público para quem?

Em qualquer país, em qualquer regime, seja qual for a orientação ideológica de quem possui as rédeas da governação, deve existir sempre entendimento quanto ao valor e necessidade de serviços públicos que possam permitir aos cidadãos mais bem-estar, mais desenvolvimento, mais felicidade, mais sentido coletivo, mais responsabilidade no serviço comum, mais intervenção, mais direitos, entre estes o de ter as mesmas possibilidades de acesso a uma vida digna, a uma carreira profissional, ao usufruto da família e da comunidade, do equilíbrio económico e, até, do lazer e do descanso.

“Um bispo é sempre servidor de cada pessoa”

Gilberto Délio Gonçalves Canavarro dos Reis, natural do concelho de Vila Pouca de Aguiar (diocese vila-realense), teve ordenação episcopal na Paróquia de Santa Maria Maior de Chaves, em 12 de fevereiro de 1989. Tornou-se Bispo Titular de Elefantaria da Mauritânia e Auxiliar do Porto. Vinte e seis anos depois, D. Gilberto termina um ciclo intenso, traduzido também pelo exercício ministerial encetado na diocese de Setúbal que agora chega ao fim. Ocasião, pois, para um balanço, na altura em que se torna Emérito.

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A ditosa Pátria

De entre as várias conclusões que podem ser extraídas dos atentados que ocorreram em França e que os analistas ainda não dissecaram uma delas tem a ver com o conceito de Pátria que, em todas as longitudes, está a ser desvalorizado.

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Austeridade: os passos à medida das pernas

Um dia, as palavras todas (mesmo as mais estranhas) entram na nossa vida e nunca mais as esquecemos, porque nunca mais nos largam. Entre elas, a palavra "austeridade".