Domingo, 26 de Setembro de 2021

Armando Moreira

MIRADOURO Ex-presidente da Câmara Municipal de Vila Real. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes
254 Artigos de opinião

De olhos postos no futuro

Chegou-nos à mão uma publicação sob o título: PORTUGAL INOVADOR (nº 78 de fevereiro de 2016), onde se dá ênfase à palavra de alguns autarcas, da CIM-TTM – Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes (Municípios: Alfândega da Fé, Bragança, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Vila Flor, Vimioso e Vinhais).

Derrocadas na via

A via para o Socialismo, a que a nossa Constituição se refere, e que o PCP visa implantar em Portugal, agora pela mão do camarada Costa, está-se a revelar de uma enorme fragilidade.

Figuras de transição

Na semana finda, várias figuras da vida nacional deixaram o mundo dos vivos, de que relevamos o Dr. Almeida Santos e o Arq. Teotónio Pereira. De ambas as figuras se ocupou, com abundância, a comunicação social, enaltecendo os méritos das respetivas obras.

Todos contra um

“Não se atiram pedras às árvores que não dão frutos”.

Malfeitores / Benfeitores

Reverter, reverter, reverter, é a palavra de ordem que mais se ouve e lê, a propósito das medidas que o atual governo vai tomando, em diversos domínios da administração pública e com uma rapidez tal, que até impressiona pela facilidade com que são decididas.

Marcos do Património

No dia 14 de dezembro de 2001, foi o Alto Douro Vinhateiro – ADV, declarado pela UNESCO Património Universal da Humanidade, tendo em atenção os valores da sua paisagem evolutiva e viva. Por essa razão, esse dia, tem vindo a ser assinalado anualmente, com algumas cerimónias evocativas, no sentido de chamar a atenção da comunidade residente, para o significado deste galardão conferido por este organismo da ONU, que tanto responsabiliza a todos, no que concerne à defesa e valorização do seu património, em particular na manutenção do mosaico vinhateiro, tão caraterístico e emblemático que ele é, desde tempos imemoriais.

AVISOS À NAVEGAÇÃO

François Holland, Presidente da República Francesa, declarou, logo após os trágicos acontecimentos ocorridos em Paris a 13 de novembro, que a “França está em guerra”. E o governo francês tomou imediatamente medidas consentâneas sobre aquela declaração. Pois bem, tratando-se de um país fundador da União Europeia de que fazem parte 28 Estados Membros, aquela declaração, levada à letra, significa (deve significar) que toda a União está em guerra, tais as obrigações e compromissos decorrentes dos imensos tratados assinados, que a todos obrigam. É esta a nossa interpretação, como cidadão desta comunidade. De resto, esta sensação de insegurança que se vive no mundo, não deixa ninguém indiferente, ao que se passa na Síria, no Iraque, na Líbia, no Egito, no Médio Oriente, em África e que nos leva a pensar que o “mundo não está bem” e que uma nova Ordem Mundial se torna cada vez mais urgente.

SÓ NESTE PAÍS

Retiro o título desta crónica, de um programa da Antena 1, onde se glosam aspetos mais surrealistas do que vai sucedendo de exótico em Portugal. Título que se ajusta perfeitamente a este insólito casamento político que as ditas esquerdas andam a cozinhar, sob a inspiração do líder socialista, desde que as eleições de 4 de outubro proporcionaram um número de eleitos, que somados matematicamente superam os da coligação que venceu as eleições. Já lá vamos.

O INTERESSE NACIONAL

Acabada a refrega eleitoral, é tempo de depor as armas e sarar as feridas provocadas por uma campanha que nem sempre se conteve nos limites da decência e de uma sã democracia. O povo votou expressando o sentimento de como viu a governação anterior – uma governação que exigiu muitos sacrifícios ao país, e que a chamada classe média sentiu mais profundamente nos bolsos, pelas medidas de austeridade que foi necessário adotar para cumprir aquilo que os credores (que são quem nos permite viver) nos impuseram, como forma de reduzir os tremendos deficits públicos gerados, nas últimas décadas, por sucessivos governos.

Belém Atrai

Não se trata de Maria de Belém, a mais recente personalidade da vida nacional a sentir o apelo pelo palácio onde se encontra instalado o mais Alto Magistrado da Nação. Antes dela vários outros já o fizeram, e pelo andar da carruagem, muitos se lhe seguirão.

Despovoamento

Sob o título genérico “12 ideias para Portugal”, chamou-nos à atenção uma longa reportagem que lemos há dias no DN, que pelo interesse que nos merece este tema, do despovoamento do interior, partilhamos hoje com os leitores.

Duero/Douro Ibérico

Tencionávamos escrever hoje sobre Territórios de Baixa Densidade e seu elevado potencial. Porém, um FORUM ocorrido há poucos dias n Espaço Miguel Torga em S....