| MIRADOURO |
Ex-presidente da Câmara Municipal de Vila Real.
Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes
AVISOS À NAVEGAÇÃO
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1 min.
François Holland, Presidente da República Francesa, declarou, logo após os trágicos acontecimentos ocorridos em Paris a 13 de novembro, que a “França está em guerra”. E o governo francês tomou imediatamente medidas consentâneas sobre aquela declaração. Pois bem, tratando-se de um país fundador da União Europeia de que fazem parte 28 Estados Membros, aquela declaração, levada à letra, significa (deve significar) que toda a União está em guerra, tais as obrigações e compromissos decorrentes dos imensos tratados assinados, que a todos obrigam. É esta a nossa interpretação, como cidadão desta comunidade. De resto, esta sensação de insegurança que se vive no mundo, não deixa ninguém indiferente, ao que se passa na Síria, no Iraque, na Líbia, no Egito, no Médio Oriente, em África e que nos leva a pensar que o “mundo não está bem” e que uma nova Ordem Mundial se torna cada vez mais urgente.
Voltando à declaração de guerra: a questão que se coloca é a de saber, quem é afinal o inimigo, no caso o inimigo da Europa e mais genericamente, de chamado mundo ocidental. A resposta, parecendo simples, leva-nos imediatamente a procurar as soluções para o combate ao terrorismo, e aí deparamo-nos com as maiores dificuldades.
Uma recente crónica assinada por Clara Ferreira Alves, no Jornal Expresso, de 21 de novembro, sob o título: “A vaia de Istambul”, alerta-nos para alguns riscos do que se vai passando, neste nosso mundo ocidental e para aquele que nos é mais próximo, o Médio Oriente e o Norte de África. Pela sua oportunidade, vamos transcrever algumas frases, sempre adiantando que esta
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