Em comunicado, os bloquistas questionam a “opção da câmara municipal em desfazer-se do valioso espólio de ‘calçada à portuguesa’, que atapetou os passeios da Avenida Carvalho Araújo durante mais de 70 anos”. Pretende ainda saber “qual será o destino dado a este património”.
O BE mostra-se ainda “preocupado com o facto de a câmara municipal estar a alienar esta calçada”.
E considera que “o mais justo para os vila-realenses, e o mais importante para o património da cidade, é usar todo este acervo num local que beneficie toda a cidade, contribuindo, assim, para a sua história e não esquecendo a importante marca que teve durante décadas na Avenida mais emblemática de Vila Real”.
A autarquia, liderada por Rui Santos, esclarece que “os cubos de calcário e basalto que vão ser retirados da Carvalho Araújo serão depositados em instalações municipais, para posterior reutilização de acordo com as necessidades”. Disse ainda que “irá privilegiar, na requalificação da avenida, materiais da região”.
O município recorda que a calçada portuguesa, construída recorrendo a cubos de 5×5 cm de basalto e calcário, revela-se “desadequada à orografia e clima de Vila Real, particularmente perigoso para populações mais envelhecidas ou com dificuldades de locomoção, que poderão facilmente escorregar”.
Sustenta ainda que a
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