A situação foi denunciada em janeiro de 2017. Trata-se de um lar residencial situado em Alijó, no distrito de Vila Real, gerido pela Associação de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental.
A instituição tinha, na altura, 24 utentes, com idades compreendidas entre os 18 e os 50 anos. A queixa de maus tratos apresentada por duas ex-funcionárias revela “negligência no acompanhamento dos utentes, fraldas que não eram mudadas, alimentação e bebida fornecidas em condições deficitárias, utentes deixados sozinhos fechados em salas, utentes andando nus ou seminus pelas instalações, entre outros maus tratos”, sendo que “estas denúncias foram acompanhadas de fotografias e filmagens”.
Perante estas denúncias, a instituição tomou a decisão de suspender a coordenadora do lar,
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