O partido pretende recolher cerca de quatro mil assinaturas para poder entregar na Assembleia da República, com o objetivo de “pedir ao Governo que pressione a administração dos CTT a recuar na decisão do fecho das lojas, especialmente da loja da Auracária”.
Mariana Simões, responsável do BE, considera “inqualificável” o seu encerramento, uma vez que se trata de um balcão com “bastante afluência” e que atende “às necessidades das pessoas daquele lado da cidade”.
“Esta loja tem uma proximidade com as grandes instituições de correspondência e temos aqui uma população sénior que a usa regularmente para o levantamento das suas reformas, pelo que consideramos este encerramento injustificável”, aponta.
Em resposta a toda a polémica gerada em torno desta
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