Sexta-feira, 26 de Novembro de 2021

Bienal do Douro despede-se com a promessa de regressar

No próximo dia 30 chega ao fim mais uma Bienal do Douro e a Global Print, dois eventos internacionais que pretendem vencer os desafios da interioridade, da crise económica, da crise cultural, da própria crise da gravura, como confirmou à VTM o curador Nuno Canelas. 

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“São dois eventos que têm sabido manter vivos os pressupostos da arte e a autonomia da gravura no contexto da arte contemporânea”.

Para que isso seja possível, “muito têm contribuído os tributos da gravura tradicional e suas alquimias seculares”, em que as renovadas tendências da gravura digital e dos novos media ao seu dispor “vêm-lhe conferir a autonomia que ela necessita para subsistir”. 

“O campo aberto à gravura pelas novas linguagens híbridas e técnicas não tóxicas, têm projetado o seu impacto de uma forma inovadora e com a vitalidade há muito desejada nos seus domínios”, revela Nuno Canelas.

Esta exposição juntou 500 artistas provenientes de 62 países, constituindo “um valioso testemunho dessa relação híbrida que a gravura vem estabelecendo com os novos media”. Através de uma abordagem das artes e na relação entre a gravura e outras linguagens, como a fotografia ou a arte digital, que tem “contribuído significativamente para o fim de antigos preceitos, originando novos paradigmas de análise a partir de um campo ampliado”.

As exposições continuam patentes até segunda-feira em Alijó, Celeirós, Favaios, Peso da Régua, São Martinho de Anta, Vila Real e como novidade deste ano foi a estreia de exposições em Vila Nova de Gaia, na Casa Museu Teixeira Lopes e nas Galerias Diogo de Macedo. 

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