Quando o Primeiro-Ministro decide reformas de fundo e apela à sensata contenção de despesas, públicas e privadas, a maioria da população concorda. Só assim se pode compreender que, apesar da gritaria de uma oposição inábil e desorientada, de uma comunicação social dita de referência que parece falha de coragem, apesar disso, dizia, as sondagens dão um amplo apoio popular ao Governo. Finalmente, a maioria da população compreendeu que as reformas só pecam por tardias e que o atraso com que vêm (de uns bons 20 anos), se fica a dever a políticos que mais se importaram em ganhar eleições, para manterem cargos e mordomias inerentes, do que com a regeneração do país. Dito de outra
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em Entrar




