Bolonha e a Praxe

Com o novo ano lectivo tem início a “época de caça” num novo período de Praxe Académica. Suscitadora de grandes ódios e de algumas paixões, a Praxe Académica é, quase por definição, polémica. No entanto, essa polémica normalmente tem mais a ver com o que a Praxe não é, do que com o que realmente é, ou devia ser. Generalizando, existem três grupos distintos que são “contra” a Praxe Académica:

– Os que são contra os abusos cometidos, supostamente em nome da Praxe, que não reconhecem nem o direito, nem o privilégio de ninguém ferir física ou psicologicamente nenhum colega em nome de qualquer pretexto. Contudo, concretizando-se uma agressão propositada, essa acção não é praxe. Somos todos contra a violência. A violência não é Praxe.

Nos últimos anos, muito se tem feito na UTAD para prevenir e eliminar os eventuais abusos cometidos na Praxe. Tem sido a preocupação principal do Venerável Ancião desde do consulado do Rodrigo Sá até ao do Paulo Rosa e a diferença registada é visível e bem-vinda.

– Há os que são contra a Praxe por uma questão ideológica, querendo associar as tradições

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