“Nós temos despesas anuais de dois milhões e 200 mil euros e sem este apoio seria difícil suportarmos todos os encargos”, sublinhou Rui Correia, presidente da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Bragança, que tem atualmente 44 profissionais e 40 voluntários ao serviço. Acrescentou que o resto das receitas vem do Estado e, principalmente, do transporte de doentes.
Ideia partilhada por João Lima, dos bombeiros de Izeda, que frisou: “Esta contribuição representa um décimo do nosso orçamento. É muito importante. O que vem do Estado mensalmente é de 2992 euros e pagamos 3100 euros de segurança social por mês. Temos um orçamento na ordem dos 500 mil euros anuais, pelo que sem esta comparticipação era difícil
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