Em segundo lugar, as relações entre os dois Países, a despeito dos saldos incipientes das transacções correntes, eram enriquecidas por singularidades impulsionadas pela História e por uma consideração que vindo da alma popular passava por fora da cifra do Itamaraty. O Presidente Getúlio Vargas deferia uma pretensão num processo administrativo por “ser português” o requerente; eram assinados com pompa e circunstância o Tratado de Amizade e Consulta e, mais tarde, a Convenção da Igualdade de Direitos e Deveres entre portugueses e brasileiros; as visitas dos Presidentes e dos Ministros de Estado constituíam-se sempre em manifestações de amizade que repercutiam na comunicação social; construíam-se “pontes” sobre o Atlântico e surgiam com frequência gestos de fraternidade que
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