O presidente da autarquia, Rui Santos, afirmou que a presença de “arvoredo em espaço público urbano apresenta benefícios inquestionáveis”, como a “melhoria do ambiente urbano” através da produção de oxigénio, da redução dos níveis de poluição do ar e sonora, regulação térmica protegendo da entrada de geadas e calor nas casas ou a atração para a avifauna, o que contribui para a diminuição de pragas e doenças.
Para o efeito, o autarca referiu que o município procedeu à plantação, durante o ano de 2019, de mais de 400 árvores de 50 espécies, desde aroeiras, araucárias, amoreiras ou castanheiro da Índia.
A câmara tem sido alvo de críticas, por parte de associações ambientalistas e cidadãos, que utilizam principalmente as redes sociais, devido ao abate de árvores no âmbito de projetos de requalificação de artérias da cidade.
Rui Santos refutou as críticas e disse que a questão tem sido aproveitada para fazer política de forma "muito pouco fundamentada".
“Temos mais árvores do que tínhamos e temos árvores adequadas ao espaço urbano”, sublinhou.
O presidente disse que a plantação de árvores na cidade dá corpo ao objetivo da câmara municipal de “continuar o seu processo de conformação do espaço público às necessidades atuais e futuras dos cidadãos”.


