No seu discurso, o presidente da câmara, Rui Santos, enalteceu os feitos deste “grande herói improvável”, uma vez que “um transmontano ser, à época, marinheiro, não deveria ser nada fácil”. No entanto, contra todas as probabilidades, o comandante Carvalho Araújo “é um verdadeiro herói nacional da história e o seu exemplo, a sua abnegação e altruísmo, são parte daquilo que caracteriza o ser transmontano, o ser português, como tantas vezes demonstramos ao longo dos tempos”.
O presidente sublinhou a curiosidade de que as duas maiores referências históricas de Vila Real são homens do mar, Diogo Cão, no tempo dos descobrimentos, e Carvalho Araújo, na Grande Guerra. “Seguramente, quer no século 15, quer mesmo no século 20, não foi fácil para estes homens sequer chegarem ao mar. Mas com a tenacidade e coragem que caraterizam as nossas gentes, ganharam o seu lugar na história”.
Dando como exemplo estes heróis vila-realenses, Rui Santos frisa
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