Ao chegar ao local na manhã de segunda-feira, Francisco Pinto deparou-se com o portão estroncado e com um rasto de sangue pelo caminho. “O portão estava escancarado, à primeira vista pensei que o tinha deixado aberto, mas quando cheguei mais perto vi a fechadura rebentada e sangue no chão e pensei logo, roubaram-me a reca”, conta.
O local onde o furto aconteceu dista cerca de 300 metros da estrada nacional, e apesar de existirem duas casas nas imediações, ninguém se apercebeu de nada.
A última vez que este reformado da GNR tinha ido ao campo foi no domingo ao final da tarde. Além da porca, que lhe roubaram de uma cerca, tinha, em vedações ao lado, galinhas, coelhos e patos, mas a única coisa que lhe levaram foi o suíno e uma galinha sultana.
Segundo o casal, “os vestígios mostravam que a reca foi morta aqui e depois arrastaram-na para cima”.
O animal, que
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