Sábado, 4 de Dezembro de 2021

Catarse diz “não à discriminação, sim à tolerância”

Apesar de não ter saído à rua, a Catarse-Movimento Social assinalou a “4ª Marcha pelos Direitos LGBT+” na internet.
 

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No manifesto enviado às redações, o movimento alerta para a “forte ascensão das vozes de ódio da extrema-direita” contra os direitos LGBT+ em Portugal. “Foi uma luta de tantas e de tantos para que hoje pudéssemos aqui estar sem vergonha e sem medo”, revelam, adiantando que ainda hoje são confrontados "com a homofobia gratuita publicitada por programas televisivos ou por partidos políticos com assento parlamentar”. 

Por isso, a Catarse lembra que hoje, mais do que nunca, “é preciso que a sociedade se mobilize para fazer frente a vozes reacionárias que incentivam a retirada oficial de direitos que são de todas e de todos”.

Apesar de a marcha não se fazer na rua, “não a deixaremos de organizar e levar Vila Real para o mapa da igualdade em formato online”, sustentam, acrescentando que a autodeterminação “não é um privilégio, é um direito fundamental à existência humana”.

O movimento diz acreditar “numa nação igualitária, onde a orientação sexual, a trans e intersexualidade não são obstáculos à hegemonia, mas sim parte integrante desta”.

No manifesto, a Catarse afirma que continuará a marchar por todas e todos que “estão em casa, por vergonha de si mesmos, pelo pensamento afligido de ver as famílias que os abandonaram ou os confinaram, pelos patrões que os perseguem, pelos amigos que se tornam inimigos, pela solidão antecipada, pelo vazio que vem depois”, lembrando que “estamos para mostrar a quem mais sofre que não estão sozinhas e sozinhos”. “Continuaremos a ser a vossa voz. Porque marcharemos, sempre, por vós, por nós e por todas e todos, dizendo não à discriminação e ao discurso de ódio, e sim à tolerância e ao direito à igualdade”

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