Sexta-feira, 16 de Abril de 2021

Coletividades

Dez anos a divulgar a cultura duriense dentro e fora de portas

A vila de Favaios situa-se no planalto duriense e os seus habitantes vivem sobretudo da cultura da vinha, da panificação e dos serviços.

Espaço Cultural alternativo para uma “imensa minoria”

É uma das casas da cidade dominadas pela música, que oferece a mais de seis mil sócios de diferentes idades uma dinâmica cultural mais “alternativa, arrojada e fora dos outros mercados”. Os espetáculos internacionais não faltam e, de momento, o Club de Vila Real espera afirmar-se no panorama cultural da cidade e não só

Mais de três décadas passadas a correr

Há mais de 35 anos que o Grupo Desportivo e Recreativo da Ferraria, em Sedielos, Peso da Régua, se dedica exclusivamente à prática desportiva, nomeadamente, ao atletismo, sendo já tradicional o “Grande Prémio de Atletismo da Ferraria”. Nos dias de hoje, a luta pela associação “não está fácil”

Sete anos de sucessos na atividade associativa

Em 12 de junho de 2009, os habitantes de Rebordochão (localidade situada paredes-meias com a vila termal de Pedras Salgadas) uniram-se num propósito de desenvolver atividades de caráter cultural, desportivo, social e recreativo. Assim se formou a associação que, sete anos depois, apresenta um notável e invejável currículo, amplamente reconhecido.

Paixão por desporto e natureza que faz trepar montanhas

Após comemorarem os 33 anos de existência, a associação continua a promover a prática da escalada e do montanhismo, esperando atrair cada vez mais entusiastas. Todos têm em comum a sede por aventura e a paixão pela natureza

Associação quer resgatar festa em honra de São Tiago

Com apenas dois anos de existência, comemorados no dia 12, o Núcleo Recreativo e Cultural de São Tiago, criado para dinamizar “de forma credível e séria” Mondrões, está a trabalhar na realização do “sonho” de fazer regressar a festa em honra do santo padroeiro da freguesia

Paz e harmonia de mãos dadas

Desde março que a vila de Murça tem uma associação que se dedica à prática de Lohan Tao Kempo Chinês, onde entre os participantes o lema é “Sempre em forma, nunca desistir”. Desenvolver um corpo forte e uma mente íntegra são os principais objetivos.

Uma Associação que renasceu e quer crescer

Durante anos esteve praticamente parada, “um pouco de costas voltadas para a população e vice-versa”, mas em 2014, altura em que viu ser eleita uma nova direção, a Associação Cultural, Desportiva e Recreativa de Balteiro, em Ribeira de Pena, ganhou nova vida e tem agora um plano de atividades mais ambicioso e “aberto a toda a gente”.

Dinamizar a freguesia e promover o convívio

É comum nos dias de hoje falar-se da crise do associativismo e do distanciamento das pessoas da vida em comunidade. Mesmo assim ainda surgem pessoas com iniciativa, e é graças a essa iniciativa que continuam a nascer coletividades, como é o caso da A.C.R.J.S. – Associação Cultural e Recreativa da Juventude de Sedielos.

História de uma banda que remonta ao tempo dos reis

Ainda em comemorações da bonita idade de 250 anos, assinalada no passado mês de junho, é com orgulho que a Banda Musical do Pontido se categoriza uma grande família de diferentes gerações mas com igual gosto pela música e pela região transmontana.

Três décadas de amor ao folclore

Foi com a simplicidade de uma brincadeira, que um grupo de amigos partiu à descoberta dos costumes e tradições mais antigas da região transmontana e, entre cantares e bailaricos, surgiu o Rancho Folclórico e Recreativo de Borbela, oficializado a 9 de janeiro de 1984.

Associação Penaguião em Movimento – Santa Marta de Penaguião

A associação pretende “movimentar” Santa Marta, levando as pessoas a “saírem mais de casa” e a conviverem, porque, “por vezes, uma palavra amiga faz a diferença” na vida de alguém

AD Justes Associação para o Desenvolvimento de Justes

Como o próprio nome indica, a AD Justes nasceu em setembro de 2010 com o objetivo de dinamizar um conjunto de atividades culturais e sociais com vista ao desenvolvimento desta localidade, do concelho de Vila Real. Foi ainda uma forma de apelar a uma participação mais direta e envolver não só as pessoas que vivem em Justes como as que têm raízes aqui e estão emigradas ou a viver noutros locais do país, como Vila Real, Porto ou Lisboa.

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