Terça-feira, 6 de Dezembro de 2022
No menu items!
0,00 EUR

Nenhum produto no carrinho.

Centro de Recepção de Resíduos Eléctricos e Electrónicos, já está em funcionamento

A Residouro, com a publicação do Decreto-Lei n.º 230/2004, de 10 de Dezembro, passou a dispor do único Centro de Recepção de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (REEE), para toda a área do Vale do Douro Sul. Assim, frigoríficos, máquinas de lavar roupa e louça, secadores de roupa, fogões, microondas, aparelhos de ar condicionado, […]

PUB

A Residouro, com a publicação do Decreto-Lei n.º 230/2004, de 10 de Dezembro, passou a dispor do único Centro de Recepção de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (REEE), para toda a área do Vale do Douro Sul.

Assim, frigoríficos, máquinas de lavar roupa e louça, secadores de roupa, fogões, microondas, aparelhos de ar condicionado, ventoinhas, aspiradores, ferros de engomar, torradeiras, máquinas de café, secadores de cabelo, computadores, impressoras, máquinas de escrever, calculadoras, telefones, telemóveis, televisores, rádios, câmaras de vídeo, lâmpadas fluorescentes, lâmpadas de descarga, máquinas de costura e ferramentas eléctricas fora de uso devem ser entregues, nas instalações da Residouro, nomeadamente, no Centro de Triagem, em Bigorne, e nos Ecocentros de Cinfães, Moimenta da Beira e S. João da Pesqueira.

Ao abrigo da legislação, na compra de um novo electrodoméstico, o vendedor será obrigado a “retomar” idêntico equipamento fora de uso e a proceder à sua entrega, num dos Centros de Recepção da Residouro que é a concessionária da exploração e gestão do Sistema Multimunicipal de Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos do Vale do Douro Sul, tendo a seu cargo a gestão dos resíduos produzidos na sua área de intervenção.

PUB

APOIE O NOSSO TRABALHO. APOIE O JORNALISMO DE PROXIMIDADE.

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo regional e de proximidade. O acesso à maioria das notícias da VTM (ainda) é livre, mas não é gratuito, o jornalismo custa dinheiro e exige investimento. Esta contribuição é uma forma de apoiar de forma direta A Voz de Trás-os-Montes e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente e de proximidade, mas não só. É continuar a informar apesar de todas as contingências do confinamento, sem termos parado um único dia.

Contribua com um donativo!

COMENTAR FACEBOOK

Mais lidas

A Imprensa livre é um dos pilares da democracia

Nota da Administração do Jornal A Voz de Trás-os-Montes

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Subscreva a newsletter

Para estar atualizado(a) com as notícias mais relevantes da região.