O conjunto de Sérgio Conceição entrou a todo o vapor, criando imensas dificuldades aos transmontanos que se mostraram incapazes de contrariar o poderio do dragão. De resto, o jogo foi quase sempre de sentido único: a baliza de Ricardo, que, apesar de ter sofrido cinco golos, foi dos melhores da sua equipa.
A pressão dos jogadores portistas cedo deu os seus frutos, com Aboubakar a concluir um bom lance ofensivo depois de Otávio ter recuperado a bola a Ghazaryan, que a perdeu de forma infantil. Pouco depois, o camaronês repetia a festa do golo, ao concluir com facilidade um cruzamento de Otávio.
Os flavienses estavam presos num colete-de-forças, não conseguiam segurar a bola, nem sair em transição,
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