Contactada pela VTM, a Proteção Civil adiantou que em Vila Real registaram-se alguns deslizamentos de terra, inundações e abatimentos de pisos, nomeadamente na Rua D. Pedro de Castro.
Os automobilistas que circulavam na Avenida 1º de Maio também foram surpreendidos, tendo a circulação ficado congestionada devido à acumulação repentina de grandes quantidades de água e ao ineficaz escoamento das condutas de drenagem.
Já à saída da cidade, na Ponte de Cabril, as águas acumularam-se e galgaram os muros laterais, tendo sido necessária a intervenção dos Bombeiros da Cruz Branca e a limpeza da via, que obrigou à circulação alternada do trânsito.
Na periferia da cidade houve ainda o relato de danos materiais. No bairro dos Ferreiros, junto à escola, uma pernada de uma árvore caiu sobre um carro que estava estacionado, tendo provocado alguns riscos na viatura e danos na vedação do estabelecimento de ensino. Para o local foram mobilizados os bombeiros da Cruz Branca e não houve feridos a registar. No entanto, Miguel Fonseca, da Proteção Civil de Vila Real, adiantou que “não houve, por parte do Instituto de Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), qualquer aviso para esta situação”.
No que diz respeito à cidade de Chaves, Sílvio Silva, da Proteção Civil, explicou que devido a uma elevada precipitação num curto período de tempo, houve inundações em várias artérias da cidade, nomeadamente junto ao hospital flaviense, onde ficaram retidas algumas viaturas.
“Ficaram retidos cerca de seis carros, pelo que necessitaram do nosso apoio para sair. Além dessas situações, registaram-se ainda várias inundações em algumas habitações, com níveis de água entre 30 e 40 centímetros”, apontou.
Por causa da chuva intensa, de referir que o jogo entre o Desportivo de Chaves e o Benfica começou com cerca de uma hora de atraso.



