Os cinco por cento mais ricos da população têm cerca de 15 vezes mais rendimento do que os cinco por cento mais pobres e o rendimento dos vinte por cento de indivíduos de maiores rendimentos é cerca de seis vezes superior ao detido pelos vinte por cento de menores rendimentos.
Vivemos hoje, nas palavras de Elísio Estanque, «num capitalismo dos acionistas, dos mercados e dos gestores do capital financeiro e dos CEOs que, naturalmente, perscrutam o melhor negócio, avaliado na base da mais rápida multiplicação do dinheiro». Vem isto a propósito dos sacrifícios que nos estão a ser pedidos fruto da crise em que vivemos mergulhados, da perceção que temos sobre a sua justa repartição
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