Com a chegada do automóvel, a partir dos anos 50, essa rua, outrora calma e acolhedora, passou a ser ruidosa, poluída e até perigosa. Aos poucos as pessoas deixaram de lá ir. Até que surgiu um jovem arquitecto de nome Jan Gehl que, pouco tempo depois de estar a trabalhar na Câmara Municipal (Radhus) de Copenhaga, se propôs apresentar uma ideia inovadora para inverter o processo de acentuado declínio que essa rua, outrora próspera, estava a sofrer. Essa ideia, relativamente simples mas arrojada para a época, consistia apenas em fechar a rua ao trânsito automóvel e torná-la novamente agradável para as pessoas. No início os comerciantes rejeitaram a ideia. Alegaram várias coisas: que os clientes
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