As censuras do ato (com “adeptos” – estranha definição de adeptos – encapuzados a utilizarem cintos, bastões e outros artefactos na agressão ao treinador e aos jogadores) foram já amplamente manifestadas, mas não se pode deixar de constatar que este tipo de conduta teve origem antes, com o envolvimento da própria estrutura diretiva, através de assembleias-gerais com índices de violência, com distúrbios nas bancadas, com reuniões problemáticas, com insultos entre os agentes desportivos responsáveis, com manifestações agressivas nas redes sociais e nos programas televisivos de telelixo desportivo, com a divulgação de factos em que a corrupção assentou arraiais (neste caso, no andebol do clube) e outros cenários de bastidores.
Fosse só no futebol esta realidade inconcebível
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