Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2023
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Vitor Pimentel
Vitor Pimentel
Empresário. Colunista de A Voz de Trás-os-Montes

“Comprometidos com o futuro”

O Alto Tâmega é uma região numa posição privilegiada tendo em vista possibilidades de promoção de relações transfronteiriças.

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É importante referir que olhando para a nossa localização geográfica, estamos a pouco mais de uma hora dos aeroportos do Porto, Vigo e Santiago de Compostela e do porto de Leixões. Para além disto, as capitais ibéricas, Lisboa e Madrid, ficam sensivelmente à mesma distância, com acessos diretos em autoestrada.

Somos uma região dotada de infraestruturas, no entanto, também o poder central tem o dever e a obrigação de implementar políticas estruturais de apoio a uma região de interior do país como esta. Política, que incluam uma discriminação positiva da região e a igualdade no acesso à educação, à saúde e à justiça.

Cientes de que somos um pilar fundamental na qualificação e dinamização do tecido empresarial, na promoção do empreendedorismo, na inovação, na geração de valor, no estabelecimento de sinergias entre os vários agentes económicos em busca de proveitos comuns, urge o desenvolvimento de gabinetes de inovação e de apoio à consultoria e informação a novos investidores, pela constituição de uma verdadeira rede regional de apoio ao empreendedorismo e também pelo apoio e capacitação das empresas mais tradicionais ao nível do marketing e comunicação e da estratégia.

Naturalmente que estes propósitos só serão conseguidos com a união de todos os atores, com uma política de proximidade e de atração com a dinamização turística e com a natural capacitação dos vários agentes. Desta forma, reduzimos desigualdades e envolvemos os empresários de forma sustentável no desenvolvimento futuro da região.

Aproveitar a nossa situação geográfica, privilegiada tendo em vista possibilidades de promoção de relações transfronteiriças, e cientes da alta potencialidade a nível turístico da região, o caminho para atingir uma velocidade próxima da dos grandes centros irá surgir.

O interior não precisa de nenhuma discriminação positiva, necessita sim que lhe seja feita justiça e que se assuma o interior como uma área do país a desenvolver.

Se queremos igualdade, não podemos simplesmente obrigar regiões esquecidas nos últimos 50 anos a competir com as mesmas armas de outras regiões desenvolvidas também às custas dos impostos da gente do interior.

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