Este ano não foi exceção, e no sábado, cerca de 40 voluntários, colheram mais de três toneladas de batatas, destinadas à cozinha do Centro Social e Comunitário de Nossa Senhora de Fátima. Esta instituição ajuda 20 utentes, entre idosos, pessoas com deficiência ou beneficiários do Rendimento Social de Inserção.
Segundo o presidente da instituição, José Diegas, “esta foi uma das medidas tomadas para ultrapassar as dificuldades do centro social que funciona desde 2016 e, apesar dos pedidos, não tem acordos com a Segurança Social.”
A apanha de batata solidária começou com Carmi Sousa, um emigrante reformado no Luxemburgo que regressou a Portugal. Além de disponibilizar os seus terrenos, este emigrante compra a batata para semear e trata da horta, de onde vão sair também, em setembro, vários quilos de cebolas.
Com o passar dos anos o número de voluntários também vai crescendo. “O ano passado tivemos cerca de 25 pessoas e este ano foram mais de 40”, apontou José Diegas.
Além da apanha de batata, este centro social e comunitário, que funciona desde 2016, conta ainda com a ajuda de várias pessoas da aldeia, que assim são um grande apoio para o Centro.



