A conclusão resulta de um estudo levado a cabo pela Universidade de Aveiro (UA), em parceria com seis municípios portugueses (Bragança, Castelo Branco, Guimarães, Almada, Lagoa e Vila Nova de Gaia), conjuntamente com a Associação Zero e a Global Footprint Network.
Segundo Sara Pires, investigadora da UA, o fator principal para os resultados menos positivos no que diz respeito à pegada ecológica de Bragança tem que ver com o consumo de produtos alimentares. “A alimentação, como tem um peso muito grande na pegada ecológica no país e tem um peso maior em Bragança do que tem na média nacional, exigindo mais recursos naturais do que outras atividades, acaba por inverter outras percentagens que são menos significativas no contexto deste concelho, como, por exemplo, o consumo em transportes ou vestuário e calçado”.
No decorrer da apresentação dos resultados do projeto, a investigadora apontou, como medidas a adotar para a diminuição da pegada ecológica, a alteração dos comportamentos e do desperdício alimentares. “Sabendo que
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
ou compre apenas este artigo:
Comprar este artigo — 1,00€



