Diz que esta crise «tornou mais patentes as grandes carências das pessoas e famílias pobres e excluídas» e «aumentou o número dos que, por haverem perdido o seu emprego e o seu estatuto social, caíram em situações que outrora não se imaginavam possíveis», tornando-se «preocupante o número de novo pobres» forçados à «humilhação de assim se exporem».
Entre as causas desta situação contam-se «os poderosos interesses incontroláveis, nacionais e transnacionais, falta de coragem e de verdade governativas, os exagerados interesses individuais, a desregulação dos mercados, a circulação descontrolada de capitais, a competitividade desumana e sem limites, a cultura e a procura das desigualdades sociais económicos, a insuficiência do diálogo e da concertação, a promoção do
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em Entrar




