A corporação dos Bombeiros da Cruz Branca alargou a todas as freguesias da sua área de intervenção as equipas de intervenção rápida, que estarão no terreno a partir de 1 de julho até ao final de setembro.
Assim, a partir do início do próximo mês, haverá fora do quartel três equipas em permanência para fazer dissuasão, vigilância armada e sensibilização junto das populações, em questões que vão desde a problemática da Covid-19 até às queimas e queimadas, de forma a evitar comportamentos de risco.
Este era um sonho antigo do comandante da Cruz Branca, Orlando Matos, como sublinhou à VTM. “Era um sonho antigo, que ainda não se tinha proporcionado porque sentíamos dificuldade ao nível das equipas”,
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