Sábado, 4 de Dezembro de 2021
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Cruz Branca alerta para necessidade de maior fiscalização a queimas e queimadas

A propósito dos dois incêndios que, esta tarde, deflagraram no concelho de Vila Real, ambos com origem em queimas de sobrantes, o Comandante dos Bombeiros Voluntários da Cruz Branca alertou para a necessidade de uma maior fiscalização e acompanhamento por parte das autoridades competentes

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Os dois incêndios que deflagraram esta tarde em Vila Marim e em Pomarelhos, no concelho de Vila Real, mobilizaram cerca de 30 operacionais e 10 viaturas. Ainda que não tenham colocado habitações ou vidas em perigo, “verificou-se que tiveram origem em queimas de sobrantes florestais que se descontrolaram, queimas estas autorizadas. Porém, tal como em outros casos, as chamas foram ganhando dimensão e, só numa fase avançada das mesmas, foi dado o alerta para os bombeiros”, explicou Orlando Matos, Comandante dos Bombeiros da Cruz Branca, corporação responsável pelas ocorrências.

Numa altura em que os postos de vigia estão desativados, “torna-se urgente existir uma maior fiscalização e acompanhamento à realização de queimas e queimadas pelas autoridades competentes. Além do número de operacionais e meios que este tipo de incêndios envolvem, os alertas são dados de forma tardia pela própria população que não se apercebe, atempadamente, do descontrolo do fogo. Mais ainda, com o tempo seco, à data, as chamas avançam rapidamente e consomem área florestal”.

De acordo com dados da GNR, as queimas e queimadas são das principais causas de incêndios em Portugal. É proibido queimar matos cortados e amontoados ou qualquer tipo de sobrantes de exploração florestal ou agrícola, bem como efetuar queimadas sem pedir autorização ou fazer comunicação prévia. Para evitar acidentes é preciso, segundo a GNR, seguir as regras de segurança, estar sempre acompanhado e trazer o telemóvel.

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