Tradicionalmente, celebramos Santo António de forma popular: folguedos e arraial. Mas este Santo, de quem se diz que, se desaparecessem todos os exemplares da Bíblia, seria capaz de a rescrever, com todas as letras e sinais gráficos, tal era a sua cultura, também pode e deve dar pretexto para altas expressões culturais.
A pensar nisto, a Vigararia Episcopal da Cultura da Diocese de Vila Real sugeriu e a Câmara Municipal aceitou, de bom grado, promover uma conferência, intitulada “Santo António de Lisboa e o franciscanismo nascente”, por Cândida Pacheco, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, considerada a maior especialista portuguesa na obra antoniana. Será na Sé de Vila Real, hoje, véspera da celebração litúrgica do Santo, às 18.30 horas.
No final da conferência, apresenta-se ao público de Vila Real o “Cappella Douro”, grupo vocal de recente criação, único na zona. É constituído por doze vozes, todas ligadas à zona do Douro, sob a direcção artística do Maestro Tadeu Filipe e acompanhamento, a órgão, por Helena Loureiro.





