Apesar da sua conotação religiosa, o autarca fez questão de salientar o valor social daquele edifício, o qual tem sido, há mais de 30 anos, constantemente reivindicado pela comunidade.
“Como é uma obra social, importa referir que é de todos e para todos, de forma a que possamos servir as pessoas essencialmente em momentos de tristeza, proporcionando o máximo de conforto e dignidade às pessoas que perderam um familiar ou um amigo”, apontou.
Partilhando da mesma opinião, Fernando Gonçalves, presidente da junta de freguesia, deu conta da falta que fazia, na aldeia, aquelas instalações, referindo que tinha chegado ao fim “uma luta antiga” e que “finalmente” a tão aguardada obra está concretizada.
“Finalmente está pronta. A freguesia terá
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