A transplantação renal é a “solução milagrosa” porque esperam cerca de 2.300 doentes insuficientes renais, no nosso país.
Para se realizar um transplante é preciso haver um órgão disponível, ou seja. um dador que forneça esse órgão. Há dois tipos possíveis de dadores: vivo e cadáver. Na sua enorme maioria, 90% dos transplantes renais, no nosso país, são realizados com rins de cadáver e só cerca de 10% são com rim de dador vivo. Mesmo um leigo na matéria facilmente compreende que o transplante renal de dador vivo tem melhores resultados que o transplante renal de cadáver, pois trata-se, no primeiro caso, de um rim de uma pessoa saudável e, no caso de um cadáver,
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