Terça-feira, 19 de Outubro de 2021
Armando Moreira
MIRADOURO Ex-presidente da Câmara Municipal de Vila Real. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

De olhos postos no futuro

Chegou-nos à mão uma publicação sob o título: PORTUGAL INOVADOR (nº 78 de fevereiro de 2016), onde se dá ênfase à palavra de alguns autarcas, da CIM-TTM – Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes (Municípios: Alfândega da Fé, Bragança, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Vila Flor, Vimioso e Vinhais).

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Todos eles orgulhosos dos seus municípios, mas incapazes de por si sós, reverterem a tendência de despovoamento que se acentua.

Berta Nunes, uma médica que preside aos destinos de Alfândega da Fé, é assertiva, quando afirma a propósito do despovoamento: “as Câmaras não são capazes de reverter esta situação sozinhas. Tem que haver políticas nacionais fortes, direcionadas para esta questão. Sem pessoas, as potencialidades não são transformadas em riqueza, muitas terras são abandonadas, não há atividade económica e não há turismo”.

Por dever de ofício, temos, nos últimos meses, percorrido todo este interior norte, na margem direita do Douro. Dói-nos a alma perceber, que todo este espaço, tão cheio de potencialidades, se vai, dia a dia, degradando.

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