No debate que decorreu na semana passada, houve quem tentasse enredar o debate sobre as hipotéticas sanções da União Europeia ao atual governo da República Portuguesa. Tentou-se mesmo fazer incidir a responsabilidade do que pode ser objeto dessas possíveis sanções no atual governo, procurando por todos os meios contornar a letra e o espírito dos Tratados Europeus, para esconder que, se tal vier a acontecer, isso só pode ser imputado ao governo dos anos em causa – 2013-2015.
O primeiro-ministro foi muito claro ao assumir o compromisso de defender Portugal das sanções, pela irracionalidade das mesmas, porque os portugueses, com todo o seu esforço feito durante estes anos, merecem não sofrer castigo. E, acrescento eu, os
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