Aquele que foi o quartel general dos dois aldeamentos, com estruturas de luxo, mais tarde reaproveitadas para cursos de formação e outros fins que foram «diabolizados» por políticos, como foi o caso de um governante de nome Luís Saias, transformou-se numa, lixeira e centro de podridão que foi indiferente a alguns responsáveis, mas não a gente comum que sabendo-me bairrista e zelador dos interesses públicos, por conta própria, me alertaram para a urgência em libertar esse antigo «quartel general» dos «Casais de Morgade e da Aldeia Nova» daquele antro que destruiu instalações luxuosas, em «via norte» para casalinhos desalinhados, roubo de pinheiros, de portas, de material informático, de pastas, gravadores, televisões e até a milhares
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